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O Mercado Voluntário de Carbono começou a funcionar em Portugal em finais de 2025, após aprovação da primeira metodologia “Novas Florestações em Portugal”. Trata-se de uma metodologia exclusiva para projetos de sequestro de carbono resultantes da criação de florestas em áreas onde não existiam. Saiba que tipo de projetos podem ser valorizados.
Uma tese académica recente identificou várias estratégias que ajudam a promover o papel dos proprietários e das comunidades rurais na redução do risco de catástrofes naturais, apoiando-os a prestar um serviço que beneficia toda a sociedade. Para saber mais, falámos com a autora, Leonor Cesar das Neves.
Novas técnicas de resinagem estão a ser desenvolvidas e testadas por investigadores e exploradores de resina portugueses, que procuram obter resina natural de melhor qualidade e aumentar a sua produtividade e valor, reduzindo o esforço e o risco para quem se dedica à resinagem.
A área de pinheiro-manso tem vindo a aumentar em Portugal, em particular pelo interesse no pinhão, mas a espécie pode também ser resinada, aumentando o seu valor para os produtores. Será que a resinagem altera a qualidade dos pinhões? Ou produzir pinhão e resina é possível sem afetar a composição do pinhão?
A melhoria da gestão da floresta, especialmente recorrendo a fórmulas de organização e gestão conjunta da pequena propriedade, pode aumentar a resiliência dos territórios florestais aos incêndios e valorizar o que neles se produz. O projeto FORVALUE dá pistas sobre como fazê-lo.
Criar uma cadeia de valor da bolota é um dos objetivos da Landratech que, desde 2020, procura promover o potencial deste fruto, desde a floresta até ao prato. Com fornecimento assegurado e procura estabelecida, a start-up portuguesa quer aumentar a capacidade produtiva e continuar a inovar para levar a bolota a mais consumidores.