Bolota, castanha, cogumelos, cortiça, medronho, mel, pinhão e resina são alguns dos produtos florestais não lenhosos reunidos numa nova obra portuguesa, escrita com o contributo de 81 autores. Disponível em acesso aberto, o livro cruza produção e fileiras económicas com condições ecológicas, gestão e oportunidades de valorização.
Novas árvores portuguesas vão juntar-se a outros exemplares de 10 países europeus na campanha TreeTag Day 2026, que decorre a 18 de setembro. O objetivo é sensibilizar os cidadãos para o valor das árvores urbanas, através de indicadores concretos e intuitivos, para que os seus benefícios ambientais deixem de ser invisíveis.
Com mais de duas mil espécies de líquenes e fungos liquenícolas, Portugal apresenta uma riqueza notável destes organismos que desempenham um papel essencial nos diversos ecossistemas, incluindo os florestais. A primeira checklist de líquenes em Portugal continental foi publicada em julho de 2026.
Sob as árvores de uma floresta, existe um “mundo” de organismos que influencia o funcionamento do ecossistema. Por sua vez, as diferentes espécies vegetais também influenciam as comunidades microbianas do solo. Solo, plantas e microrganismos mantêm interações invisíveis que importa compreender para sabermos mais sobre os processos que moldam a saúde, a funcionalidade e a resiliência das florestas.
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