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Apesar do contributo da floresta como sumidouro de carbono ser positivo em muitos países, incluindo em Portugal (na maioria dos anos), o saldo entre gases com efeito de estufa emitidos e retidos está longe da neutralidade. Esta realidade tem acelerado as alterações climáticas em Portugal e no mundo, com impactes também para as florestas.
Conhecidas pelas amoras e pelas folhas que alimentam bichos-da-seda, as amoreiras são árvores que vieram de fora e aqui se naturalizaram. Fique a conhecer as duas espécies que podemos encontrar em Portugal, neste artigo com a colaboração de Beatriz Parreira e Pedro Brás de Oliveira.
Ao longo dos séculos, as amoreiras foram amplamente plantadas nas suas áreas naturais e fora delas, principalmente pelo valor dos seus frutos e pela importância das suas folhas na cadeia de produção da seda natural. Conheça estas e outras formas de valorização das amoreiras, em colaboração com Beatriz Parreira e Pedro Brás de Oliveira.
A floresta cobre cerca de 23% do território belga – cerca de 700 mil hectares – e mais de 60% corresponde a zonas plantadas. As espécies nativas dominam, embora as exóticas representem já 45% da área florestal. Conheça as diferenças e semelhanças entre a floresta belga e a portuguesa, neste artigo em colaboração com Hannes Wilms.
A camarinheira é uma das espécies mais emblemáticas das dunas e pinhais litorais portugueses, famosa principalmente pelo seu fruto: uma baga branca comestível – a camarinha – que lembra uma pérola. Conheça este pequeno arbusto que, apesar de crescer apenas na Península Ibérica, é ainda desconhecido de muitos portugueses.
No Outono de 2025, o projeto LusoQuercus lança um apelo a todos os que querem preservar as florestas portuguesas: que registem os exemplares de Quercus lusitanica que encontrarem e recolham as suas bolotas, ajudando a ciência a saber mais sobre esta espécie e a promover a sua conservação.