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Ao longo dos séculos, as amoreiras foram amplamente plantadas nas suas áreas naturais e fora delas, principalmente pelo valor dos seus frutos e pela importância das suas folhas na cadeia de produção da seda natural. Conheça estas e outras formas de valorização das amoreiras, em colaboração com Beatriz Parreira e Pedro Brás de Oliveira.
Nos últimos anos, tem aumentado o número de grandes incêndios que atingem as áreas rurais. Pela dimensão e intensidade do fogo, esta nova geração de incêndios dá origem a áreas ardidas mais extensas, com impacte socioeconómico significativo e perda de vidas.
O cedro de Runa foi eleito como Árvore do Ano 2026 em Portugal. Este é um exemplar da espécie Cupressus lusitanica, com cerca de 75 anos de idade e uma copa baixa e ampla, que se alarga por cerca de 26 metros. Fica no largo da Igreja de Runa, no concelho de Torres Vedras.
Uma planta é considerada medicinal quando pelo menos uma das suas partes – raiz, caule, folha, flor, fruto ou semente – contém compostos capazes de interagir com o organismo humano e produzir efeitos terapêuticos, seja na prevenção, no alívio ou no tratamento de sintomas e doenças.
Símbolo universal de vida, fertilidade, crescimento e renovação, as árvores só começaram a ter um papel principal na pintura europeia há cerca de cinco séculos. Descubra como ganharam protagonismo e de que forma foram representadas por artistas dos mais variados movimentos ao longo da história.
Conta-se na Bíblia que três homens sábios – os Reis Magos – viajaram de longe, guiados por uma estrela, até uma manjedoura em Belém, para celebrar o nascimento de Jesus. Levaram-lhe como oferendas ouro, incenso e mirra. Ouro todos conhecemos, mas o que são incenso e mirra? Descubra o que os tornou tão apreciados e de onde se extraem.