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Em 2025, o valor das exportações florestais portuguesas totalizou 6,156 mil milhões de euros, revela o Instituto Nacional de Estatística. Tal como em anos anteriores, o segmento da pasta, papel e cartão foi responsável por mais de metade do montante das exportações do sector, com forte contributo para o excedente da balança do comércio internacional.
Com um volume de negócios de quase de 12,3 mil milhões de euros na indústria de base florestal e de mais de 1,2 mil milhões de euros nas empresas silvícolas em 2024, a economia da floresta tem um impacte muito significativo nas contas nacionais. De fora ficam valores não contabilizados e difíceis de mensurar, como o contributo para o turismo de natureza, a biodiversidade ou a produção de oxigénio, entre muitas outras atividades que contribuem para a economia da floresta.
Engenheiro agrónomo e silvicultor, investigador, estratega, técnico e divulgador, Joaquim Vieira Natividade deixou-nos contributos inéditos em várias áreas do saber. Animado de nobres ideais, trabalhou mais de 30 anos para modernizar a fruticultura e a subericultura, assim como para melhorar as condições de vida de quem a elas se dedicava.
As exportações do sector florestal português aumentaram para mais de 6,4 mil milhões de euros em 2024, 1,9% acima do ano anterior. O principal contributo veio da pasta, papel e cartão, cujas vendas ao exterior representaram mais de metade do total exportado pelo sector, aproximando-se dos 3,3 mil milhões de euros.
Mais de 115 mil pessoas tiveram emprego no sector florestal em Portugal, em 2023. A maioria destes postos de trabalho são criados pelas fileiras industriais da floresta e pela silvicultura. No total, cerca de 20 mil empresas contribuíram para este dinamismo, que é particularmente relevante para revitalizar as áreas rurais.
Com mais de 19,5 mil empresas e perto de 103 mil pessoas ao seu serviço (2022), o tecido empresarial ligado à floresta é um indicador da importância económica deste ecossistema. Em paralelo, o emprego florestal cria valor essencial para contrariar o despovoamento das áreas rurais.