Instituído em janeiro de 2024, para incentivar projetos de sequestro ou redução de emissões que promovam a mitigação de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em território nacional, o Mercado Voluntário de Carbono deu os seus primeiros passos, em termos operacionais, após a aprovação da metodologia “Novas florestações em Portugal”, em finais de 2025.
Deixando de lado, na fase inicial de arranque, os projetos de redução de emissões de GEE e os baseados na gestão de florestas e sistemas agroflorestais previamente existentes (entre outros), a primeira metodologia registada na plataforma digital do Mercado Voluntário de Carbono (ver separador “Transparência”) direciona-se em exclusivo aos projetos que sequestram carbono atmosférico pela instalação de novas florestas.










