No passado, a gestão florestal apoiou-se em inventários de campo, fotografia aérea e interpretação especializada. Estes procedimentos continuam a ser indispensáveis, e assim se manterão, mas a grande dimensão de dados florestais e a complexidade dos atuais desafios destes ecossistemas exigem ferramentas mais eficientes e disruptivas. Ora é precisamente na compreensão desta dimensão e complexidade que a IA na gestão florestal está a proporcionar a maior parte dos benefícios.








